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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Atenção

Oi, vim avisar que matérias mensais não serão totalmente mais publicadas. Somente  ( quando novidade ) as vezes irá ter uma nova postagem . O blog estará aberto para pesquisas e conhecimento. 

 " imagem do mês " não será trocada mensalmente. O blog não está sendo muito visitado quanto o esperado.
Obrigada a compreensão..


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Animais em extinção-Papagaio-verdadeiro


Papagaio-verdadeiroAmazona aestiva, conhecido vulgarmente como papagaio-verdadeiro, ajuruetê, papagaio-grego, ajurujurá, curau, papagaio-comum, papagaio-curau, papagaio-de-fronte-azul e trombeteiro, é uma ave da família Psittacidae. É nativa do Brasil oriental.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Animais em extinção- Borboleta-da-restinga

Borboleta-da-restinga

A borboleta-da-restiga ou borboleta-da-praia (Parides ascanius) é uma borboleta da família dos papilionídeos, encontrada somente em algumas restingas paludosas do estado brasileiro do Rio de Janeiro. Tais borboletas têm asas negras e brancas, com característica mancha rubra nas asas posteriores.
Foi a primeira espécie de inseto brasileiro a entrar na lista de espécies ameaçadas de extinção no Brasil. Endêmica do Rio de Janeiro, ela ocorre em pequenas manchas de vegetação brejosa ou pantanosa entre os municípios de Atafona (São João da Barra) e Itaguaí, e tem como única planta hospedeira Aristolochia macroura (Aristolochiaceae), conhecida como jarrinha.
Seu adulto, nectívoro, tem como flor favorita a flor deLantana camara (Verbanaceae), conhecida como cambará. Sua lagarta armazena substâncias tóxicas das folhas ou galhos, passando para os adultos, tornando-se impalatável para alguns predadores. O adulto voa praticamente o ano todo, podendo ter diapausa, na fase de crisálida, durante o inverno. O hábito monófago da lagarta torna esta espécie ainda mais suscetível à extinção. Atualmente suas populações se restringem a poucas regiões em áreas ou habitats específicos e sob forte impacto antrópico.
A destruição de áreas de vegetação brejosa ou pantanosa em todo Rio de Janeiro é a principal causa da ameaça a essa espécie.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Extinção

Nem só a girafa temos que salvar!Temos todos esse outros animais amaçados em extinção!:

Mamíferos ameaçados . 
Antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii)
Elefante-indiano (Elephas maximus)
Elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis)
Elefante-da-savana (Loxodonta africana)
Baleia-azul (Balaenoptera musculus )
Chimpanzé (Pan troglodytes)
Gorila-do-ocidente (Gorilla gorilla)
Gorila-do-oriente (Gorilla beringei)
Leopardo (Panthera pardus)
Lobo-vermelho (Canis rufus)
Morcego-cinza (Myotis grisescens)
Muriqui (Brachyteles arachnoides)
Orangotango (Pongo pygmaeus e Pongo abelii)
Panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca)
Peixe-boi (Trichechus manatus)
Rinoceronte-de-sumatra (Dicerorhinus sumatrensis)
Tigre (Panthera tigris)
Onça-Pintada
Urso-polar (Ursus maritimus)
Veado (Elaphurus davidianus)
Aves ameaçadas
Arara-azul-de-lear
Arara-azul-grande
Arara-azul-pequena
Ararinha-azul
Araracanga ou Arara-piranga
Arara-de-barriga-amarela
Arara-vermelha
Bacurau-de-rabo-branco
Bicudo-verdadeiro
Cardeal-da-amazônia
Maracanã
Papagaio
Rolinha
Tucano-de-bico-preto
Répteis ameaçados
Tartaruga-marinha
Tartaruga-de-couro
Dragão-de-komodo
Jacaré-de-papo-amarelo
Anfíbios ameaçados
Peixes ameaçados
Tubarão-baleia (Rhincodon typus)
Crustáceos ameaçados
Caranguejo-amarelo (Gecarcinus lagostoma)

Artrópodes ameaçados
Borboleta-da-restinga (Parides ascanius)
Plantas ameaçadas
Pau-brasil
Pau-de-cabinda
Jacarandá
Andiroba
Cedro
Mógno
Pau-Rosa
Em cada mês será postado uma foto e informações sobre um desses animais/plantas!
Animal do mês:Arara-azul-de-lear
Nome popular: Arara-azul-de-lear
Nome científicoAnodorhynchus leari
Comprimento: 71 a 75 cm.
Peso: 940 g.

Coloração
: possui coloração semelhante a A. hyacinthinus, porém nitidamente menor. A diferença entre as duas espécies reside no tom de cores: a cabeça e o pescoço possuem coloração azul-esverdeados, a barriga possui a cor azul-desbotado, com asas e caudas num tom de azul cobalto. Possuem o anel em volta do olho de cor amarelo claro, com as pálpebras brancas ou levemente azuladas. A diferença mais significativa está na forma da barbela (pele em torno da mandíbula). Em A. hyacinthinus tem a forma de uma fita, quanto que em A. leari possui a forma de nódoa (gota).

Distribuição Geográfica
: encontrada no norte da Bahia, especialmente na Reserva Ecológica do Raso da Catarina e na Reserva Biológica de Canudos. Sua área de distribuição histórica incluía os municípios de: Campo Formoso, Euclides da Cunha, Uauá, Jeremoabo, Canudos, Sento Sé e Paulo Afonso.

Habitat
: na região da caatinga, utilizando áreas de paredões e cânions de rochas sedimentares para dormir e nidificar e alimentando-se nas áreas com palmeiras.Atualmente conhecido e monitorado a população possui dois sítios que utilizam como dormitório e reprodução: os paredões da Estação Ecológica de Canudos (EBC), com 1500 hectares e a Fazenda Serra Branca, em Jeremoabo-BA, ambas reservas particulares.

Alimentação
: Sementes de palmeira licuri (Syagrus coronata), flores de sizal (Agave sp), frutos de pinhão (Jatropha pohliana) e umbu (Spondias tuberosa), baraúna (Schinopsis brasiliensis Engl) e mucunã (Dioclea sp.). Quando a escassez de alimento é grande, as araras se alimentam de milho (Zea mays) plantado pela população local. Em 2006, sob a coordenação do IBAMA, a Parrots International (www.parrotsinternational.org) e Fundação Lymington começaram um programa de ressarcimento do milho para a população que teve plantação atacada pelas araras-azuis-de-lear.

Status
: Até o ano de 2008 encontrava-se na categoria criticamente ameaçada, sendo incluída no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES) e na Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (MMA 2003). Após a verificação de que sua população havia alcançado o número de 960 indivíduos, foi considerada como espécie “Em Perigo” de acordo com os critérios do CITES. O principal motivo para o declínio da espécie foi o tráfico ilegal dessas aves para criadouros particulares no Brasil e exterior e a destruição do seu habitat, afetando principalmente as áreas de alimentação.

Conservação e manejo
: Existe um Programa de Conservação da Arara Azul de Lear coordenado pelo Cemave- ICMbio em parceria com várias instituições e um comitê internacional para recuperação da espécie na natureza e em cativeiro. Em Canudos a bióloga Érica Pacífico vem realizando estudos sobre a biologia reprodutiva da espécie com o apoio da Fundação Biodiversitas e o Museu de Zoologia da USP. O Instituto Arara Azul começou a fazer parte deste programa ao firmar convênio como a Fundação Loro Parque, em Tenerife na Espanha (2010-2012), para desenvolver ações voltadas ao envolvimento das comunidades, educação ambiental e de geração de renda. Este projeto é desenvolvido na região de Euclides da Cunha, que representa 51% da área de alimentação da espécie e é coordenado pela pesquisadora associada ao Instituto, Simone Tenório. Para saber mais veja em OUTROS PROJETOS.

Referência
: GUEDES, N.M.R. 2009 Arara-azul-de-lear. Site do Projeto Arara Azul. Instituto Arara Azul.www.projetoararaazul.org.br
Obrigada,